Escrava sexual do Estado Islâmico é forçada a comer o próprio filho

11:47 |


Bizarro

01/07/2017



Foto: Reprodução
Uma das mulheres que conseguimos recuperar do ISIS disse que foi mantida em uma adega por três dias sem comida ou água
Uma mulher refém do Estado Islâmico foi forçada a servir como escrava sexual e obrigada a comer o próprio filho. Alega-se que ela e a criança, de apenas um ano, tenham sido sequestradas pelo grupo no Iraque e durante três dias foram deixadas sem água e comida. Então, após este jejum, os radicais teriam matado a criança, cozinhado seu corpo e servido para a mãe com arroz.

A mulher, de origem yazidi, faz parte de uma minoria curda que há muito vem sofrendo diversas atrocidades praticadas pelo grupo de radicais islâmicos.

O Estado Islâmico considera que os yazidis são “adoradores do diabo”, uma vez que não são árabes nem muçulmanos, portanto são considerados minorias no Iraque.

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A jornalista Vian Dakhil, de um canal de TV egípcio, que descreveu o ataque em seu programa, foi às lágrimas com o relato.

“Uma das mulheres que conseguimos recuperar do ISIS disse que foi mantida em uma adega por três dias sem comida ou água. Depois, trouxeram um prato de arroz e carne. Ela comeu a comida porque estava com muita fome. Quando terminou, disseram que haviam cozinhado seu filho de um ano de idade“.

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Dakhil utiliza seu programa para ajudar a denunciar os crimes cometidos pelo grupo. Em outro relato, ela apresentou o caso de um grupo de seis meninas que havia saído para acampar. Destas, uma das mais novas, de apenas 10 anos, foi capturada pelo grupo e “estuprada até à morte” na frente de sua própria família.



Jornal Ciência 


1 comentários:

Blogger disse...

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