Veja o que ocorre dentro das clínicas de torturas que 'curam' a homossexualidade. VEJA VÍDEO!

13:55 |

Bizarro

01/06/2017



Foto: Reprodução
Essas clínicas se passam por instituições de tratamento para alcoólatras e toxicodependentes, por um valor que varia entre 500 e 800 dólares por mês.
A fotógrafa Paola Peredes chamou a atenção das mídias sociais com um trabalho fotográfico intitulado “reveladas”, onde ela registra o momento no qual ela assumiu sua homossexualidade aos pais.

Agora divulgando seu mais novo trabalho intitulado “Até que você mude”, onde ela retrata as instalações de reabilitação do Equador que dizem “curar” a homossexualidade.

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Um amigo dela a informou sobre essas clínicas que afirmam “curar” a homossexualidade com torturas, abuso e até mesmo “estupro corretivo”. Essas clínicas se passam por instituições de tratamento para alcoólatras e toxicodependentes, por um valor que varia entre 500 e 800 dólares por mês.


“Como estava passando por minha própria jornada pessoal com minha sexualidade no momento, isso me afetou de uma maneira completamente pessoal”, disse Paola.

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“O pensamento de que eu poderia ser trancada em uma dessas clínicas me tocou o suficiente, ao ponto que eu sabia que tinha que criar algo retratando isso”, completou.

Para realizar o trabalho fotográfico, Paola se disfarçou usando um microfone escondido no sutiã, e foi levada por seus pais para uma clínica.


“O que mais me chocou foi quando vi as meninas.

Elas foram forçadas a usar maquiagem e meus informantes as descreveram perfeitamente: lábios vermelhos brilhantes, bochechas rosadas e sombra de olhos azul” disse Paola, acrescentando que elas também precisam vestir saias curtas e ficar com salto alto.

Isso a inspirou a recriar alguns dos momentos que vivenciou nessas clínicas, para assim tentar alertar as pessoas sobre esta situação terrível que acontece não só no Equador, mas também na Europa, Estados Unidos e toda América do Sul.


No banheiro, uma mulher deve ficar atenta quando esfrega o chão usando uma escova de dentes.

Além disso, também deve pegar todos os cabelos que estão no chão.

E se fizer algo de errado, um empregado coloca sua mão no vaso sanitário e a mantém lá até que o chão esteja limpo.

Durante o banho, são colocadas muitas músicas católicas e áudios do estudo da literatura dos Alcoólicos Anônimos como terapia para a “desordem” da homossexualidade.


Jovens equatorianas disseram de que foram estupradas por funcionários como parte do “programa de tratamento”.

Uma interna relatou que não é permitido falar com outras meninas.

Se ela for pega passando bilhetes, ou tentando se comunicar,será levada para uma sala de “terapia”.

Um funcionário a agride e ordena que ela se ajoelhe no chão e abra os braços, enquanto ele coloca bíblias em suas mãos para ela segurar por muito tempo.


Quando alguém se recusa a comer ou quando questiona a autoridade de algum membro da equipe, é chutado em um canto da sala para servir de exemplo.

No Equador existem aproximadamente 200 instalações de “cura” de homossexuais.

Essas clínicas permanecem abertas porque são disfarçadas como instalações de tratamento para alcoólatras e dependentes químicos.

Na frente do espelho, uma paciente é observada por outra menina, que monitora a aplicação da maquiagem.

Elas são obrigadas a fazer exercícios no início da manhã ou tarde da noite.


Uma das mulheres é obrigada a dar a outra menina uma mistura de líquidos como punição pelo comportamento ruim.

Suspeita-se que a bebida contenha cloro, café amargo e água sanitária.

Uma menina é espancada com um cabo de TV.

Muitas vezes outros adolescentes homossexuais afirmam esse fato.

Uma mulher foi amarrada e sedada por homens que a levaram para a clínica a mando de seus pais.

Quando estava lá, ficou amarrada a uma cama quase todos os dias.


Cada mulher presa passa horas realizando tarefas de limpeza.

O estudo da oração e da bíblia é realizado todas as manhãs, tardes e noites.

As jovens são orientadas a rezar em cadeiras, de pé ou ajoelhadas.

Na hora do almoço não acontece nenhuma conversa, e elas comem sempre atum e arroz, pão ou sopa de macarrão.

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Jornal da Ciência 

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