Lésbica inventou agressões sexuais contra 15 homens e um ficou preso por 7 anos

15:30 |

Bizarro

15/06/2017




Foto: Reprodução
Jemma Beale jurou em tribunal ter sido agredida sexualmente por 15 homens, em Isleworth, na Inglaterra.
Jemma Beale jurou em tribunal ter sido agredida sexualmente por 15 homens, em Isleworth, na Inglaterra.

Suas declarações levaram à condenação de Mahan Cassim, que ficou preso sete anos.

A mulher se declarou lésbica, falando que não tinha qualquer vontade de ter relações com homens, dizendo ter sido estuprada e forçada contra sua vontade.

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Agora, os promotores perceberam que era tudo falso e que ela até inventou as próprias lesões físicas, que foram autoinfligidas.

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Denunciou quatro ataques sexuais em três anos

Durante três anos, Jemma Beale, de 25 anos, acusou 15 homens, por crimes sexuais. Em 2010, ela denunciou Mahan Cassim, dizendo que ele a estuprou em sua casa.

O homem foi condenado a uma pena de sete anos de cadeia, após ter sido considerado culpado no tribunal de Isleworth.

Em 2011, ela acusou Noam Shazad, alegando ter sido vítima de um #Estupro coletivo, envolvendo "violência sexual de um tipo muito grave".

Shazad conseguiu fugir do país, depois de ser acusado de agressão sexual, livrando-se, dessa forma, de uma pena de cadeia.

Em 2013, ela voltou às acusações e implicou seis outros homens.

Ela inicialmente contou que dois estranhos a agrediram sexualmente, perto de sua casa, em Ashford, Middlesex.

Dois meses mais tarde, ela acusou dois outros homens também por ataques sexuais.

Eles foram detidos e investigados, mas não foram considerados culpados, em tribunal. 



Acusada de inventar as acusações

Jemma está agora negando as acusações de difamação e de ter pervertido o curso normal da Justiça, quando inventou falsos casos de crimes, levando mesmo a condenações, sendo o caso mais grave o de Mahan Cassim, que ficou preso por sete anos.

O promotor John Price, da acusação, considerou muito estanho e "intrinsecamente improvável" ela ter sido atacada sexualmente em "quatro ocasiões diferentes e totalmente desconectadas", sempre por estranhos.

Price declarou que alguns desses homens nem existiam e que as lesões que ela alegou ter sofrido durante os ataques, eram autoinfligidas.

O promotor acrescentou, então, que tudo não passou de "uma invenção grotesca" e que todos os casos são, na sua opinião, "totalmente falsos".

"Por causa do que ela fez, quatro homens sofreram uma séria injustiça, um deles do tipo mais grave", disse o promotor John Price, dizendo ainda que todos os acusados sofreram constrangimentos públicos por causa dessas denúncias.

O julgamento de Jemma ainda está em andamento.

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1 comentários:

Blogger disse...

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