Caso Thifanny: Laudo não confirma violência sexual

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O exame detalhado feito no corpo de Tiffany Shigio não foi capaz de afirmar se estudante de 17 anos foi ou não violentada sexualmente.
Segundo informações do laudo sexológico o resultado desse exame foi inconclusivo, ou seja, não houve confirmação de violência sexual e comprovação de material genético de outra pessoa dentro do corpo da adolescente. Uma das hipóteses levantadas pela polícia, é que a estudante possa ter sido estuprada depois de morta, fato que não deixaria lesões de violência visíveis, a possibilidade não foi completamente é descartada pela polícia de Vargem Grande Paulista que aguarda pela conclusão de outros laudos.
No total foram requisitados mais de 10 exames periciais para Instituto de Criminalística de São Paulo. Esses resultados são esperados até a próxima semana.
Entre os materiais que estão sendo analisado estão o telefone celular de Tiffany, encontrado dias depois da localização do corpo e roupas apreendidas na casa do roceiro João que permanece preso temporariamente na cadeia pública de Cotia. Nas peças há manchas de sangue que estão sendo submetidas a confronto de DNA. Segundo a polícia contradições durante depoimentos e outros indícios levantados pela investigação o colocaram como principal suspeito do crime, mas por enquanto não há nenhuma prova material contra ele.
Decretada por 30 dias, a prisão temporária do roceiro termina durante o próximo fim de semana, entretanto como a investigação aguarda conclusão de outros laudos da perícia, o delegado responsável pelo inquérito pode pedir à justiça a prorrogação da prisão de senhor João por mais 30 dias.
Mas se os novos resultados não apontarem nenhuma ligação do suspeito com crime em roceiro poderá ser solto a qualquer momento.

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