São Roque não tem casos de febre amarela e não é área de risco

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06/03/2017 08:37:44


A prefeitura de São Roque confirmou que apesar da morte de macacos no município, sendo apenas um positivo para febre amarela, não ahá casos da doença em pessoas na cidade.

Até o momento, de acordo com o poder público, nenhuma pessoa no município se quer apresentou o sintoma para a febre. A única pessoa onde havia uma suspeita, era um rapaz que havia viajado para Minas Gerais para jogar futebol no mês retrasado. Minas é uma região de febre amarela, no entanto, todos os exames foram realizados no rapaz que chegou a ficar internado, e os resultados já há mais de 30 dias, não constatou febre amarela.

Desta forma, o poder público informou que as pessoas devem ficar tranquilas, pois todos os levantamentos sobre a febre amarela estão sendo realizados na cidade.

São Roque não é área de risco

São Roque não é considerada área de risco pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, uma vez que nenhum caso da doença foi registrado em pessoas no município.

Até o momento, apenas um macaco encontrado morto foi confirmado com febre amarela, porém, não a qualquer popular com a doença.

Também na região onde esse macaco foi encontrado morto, Caetê e Carmo, houve vacinação dos moradores. A vacinação ocorreu no sábado, 18, e domingo, 19 de fevereiro.

Não há qualquer registro de pessoas com febre amarela confirmou o departamento de Saúde da cidade.

Os moradores não devem ficar assustados ou com medo, porém, é preciso estar em alerta, atentos.

O município também não faz parte de uma área endêmica. A única confirmação foi de febre amarela em um macaco encontrado morto na região entre os bairros Carmo e Caetê, zona rural.

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo não considera São Roque área de risco de febre amarela, pois, até o momento nenhuma pessoa teve os sintomas ou foi infectada pela doença.

O município está em alerta, mas, não está classificado como área endêmica.

Não havendo suspeitas em pessoas, as ações são diferentes e influenciam diretamente na realização ou não de campanhas de vacinação contra a febre amarela.

Por isso, neste momento, sem nenhum caso, sequer suspeitas, a Secretaria prossegue em São Roque trabalhando em analises com levantamentos sobre todas as possibilidades e não prevê neste momento novas campanhas de vacinação se não houver confirmações de macacos mortos com a doença.

Se houver a constatação de mais macacos mortos que não seja por naturalidade e sim por febre amarela, será necessária a vacinação das pessoas na região onde o animal for encontrado com a febre, novamente para bloqueio.

Ao contrário, se não houver a morte de macacos em determinadas regiões e também não houver pessoas com a doença, não há necessidade da vacina.

Até o momento, apenas um macaco foi encontrado com a doença no Caetê e no Carmo. Os populares daquela região foram vacinados para o bloqueio de uma possível contaminação em humano.

Os outros três macacos encontrados mortos em regiões diferentes de São Roque estão sendo analisados, aguardando o resultado de exames.

Caso for positivo para febre de um deles, haverá necessidade de uma campanha de vacinação na região onde o macaco foi encontrado, caso for negativo para a doença, não haverá campanha de vacinação, mas, sim acompanhamento e a continuidade do alerta.

Como ocorre a transmissão

A febre amarela somente é transmitida pela picada do mosquito e não passa de uma pessoa para outra.

Em São Roque apenas o macaco encontrado foi contaminado e não resistiu. Ele contraiu a febre do tipo silvestre que ocorre em áreas de mata fechada. O mosquito transmissor é o ¨Haemagogus e o Sabethes¨ que contém o vírus e vive nas matas, na beira dos rios.

Mas, se ele picar uma pessoa vacinada, obviamente não ocorrerá nada.

Para a doença se desencadear, o mosquito precisa picar uma pessoa não vacinada.

Para a doença se espalhar, a pessoa infectada precisa ser picada por outros mosquitos que por sua vez ficam contaminados e repassam a doença picando outras pessoas e assim só vai aumentando o ciclo da infecção.


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Fonte: da Redação

São Roque Notícias

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